FAQ

Posso usar uma sala para confraternização após a cerimônia?

Sim, a família pode escolher se vai usar ou não uma sala depois da cerimônia. O aluguel do salão é de 5 reais por pessoa. O templo oferece chá (somente banchá) como cortesia, e a família opta se vai quer ou não. O templo só oferece o banchá; a família pode trazer a comida ou contratar um buffet (empresa externa).

Pedimos que nos passe antecipadamente, pelo menos, o número aproximado de pessoas que usarão o salão, para podermos nos organizar melhor e indicar a sala adequada. O pagamento pode ser feito antes ou no dia da cerimônia.

O templo oferece comida após os ofícios memoriais?

Não, o templo só oferece chá para o grupo que alugar salão. A família que quiser comida deve trazê-la por conta própria ou contatar uma empresa externa para um serviço de buffet. Caso deseje, o templo pode passar algumas sugestões de contatos de buffet.

Qual é o significado dos ofícios memoriais?

Ofícios memoriais são muitas vezes vistos somente como um ritual de homenagem à pessoa  falecida, porém, eles são, na verdade, eventos direcionados para os vivos, isto é, para aqueles que ficaram neste mundo. Esses ofícios são momentos para encararmos a Impermanência das nossas vidas e são ocasiões de extrema importância para os familiares e amigos se juntarem para ouvir os Ensinamentos do Buda.

Nossa linhagem budista ensina que é o próprio ente falecido que nos guia a esses ofícios como oportunidades para, através das memórias do ente querido, relembrarmos da realidade das nossas existências passageiras e refletirmos sobre nossa vida e a morte. Portanto, a nossa presença nesses ofícios é considerada fundamental, pois são dádivas do próprio falecido para nós, que nos acolhem e nos orientam. São momentos de agradecimento ao Buda e ao falecido pela orientação das nossas vidas e pela sua bondade que nos acolhe.

A contagem de anos de ofícios do 1 ano de falecimento e do 3º ano em diante é confusa.

Sim, a contagem é confusa de fato.

O Ofício de 1 Ano de Falecimento é feito 1 ano após a data de falecimento, ou seja, feito no ano seguinte ao falecimento.

O Ofício Memorial do 3º Ano é feito 2 anos após o falecimento, pois contamos o ano de falecimento como o 1º ano. Desse modo, o Ofício do 7º Ano é feito 6 anos após o falecimento, o do 13º Ano é feito 12 anos após o falecimento e assim por diante.

O Ofício Memorial tem que ser marcado exatamente na data do falecimento?

Tradicionalmente, recomenda-se que o Ofício Memorial seja realizado na data de falecimento de cada ente querido, de forma individual, proporcionando um momento de lembrança e homenagem.

Por comodidade, marca-se num dia próximo, em algum final de semana, para se juntar o maior número de familiares e amigos.

Há outras cerimônias além de funerais e ofícios memoriais?

Sim, claro! Fazemos cerimônias diversas como casamento, bodas de ouro, shosanshiki (apresentação da criança ao Buda), ritual de Iniciação Budista etc.

Gostaria de me desfazer do ihai (tabuleta de madeira com o nome do falecido). Isso pode trazer “consequências ruins” para minha família?

Nossa escola budista não prega que algo de “ruim”, como assombrações, acontece pelo descarte. Caso a família realmente queira se desfazer do ihai, o templo o recebe para ser incinerado numa outra cidade (pedimos, por gentileza, que tragam ao templo, não fazemos visitas às casas para buscar); cobramos uma taxa pelo processo. Mas antes recomendamos conversar um pouco com nossos monges.

Ao invés de simplesmente descartar os ihai, a família tem a opção de pedir para transcrever os nomes dos falecidos ao kakochō (caderneta com nomes dos antepassados da família). Na verdade, nossa escola budista recomenda à família ter o kakochō. O nosso templo também oferece esse serviço de transcrição dos nomes dos entes queridos.

Gostaria de me desfazer do butsudan (oratório budista para os lares). Isso pode trazer “consequências ruins” para minha família?

Nossa escola budista não prega que algo de “ruim” acontece pelo descarte. Caso a família realmente queira se desfazer do butsudan, o templo o recebe para ser incinerado numa outra cidade (pedimos, por gentileza, que tragam ao templo, não fazemos visitas às casas para buscar); cobramos uma taxa pelo processo. Contudo, se o oratório estiver num bom estado, ele pode ser aceito como doação para o templo e, nesse caso, não há cobrança de taxas.

Recomendamos que pense bem antes de descartá-lo, conversando com outros familiares, pois um butsudan carrega uma história e um valor sentimental e espiritual de muitas pessoas que se conectaram e conectam nas nossas vidas. Convidamos você para conversar um pouco com nossos monges para tomar a melhor decisão.

Se o problema é questão de espaço, existem butsudan de tamanhos variados, inclusive pequenos. São frequentes os casos de famílias que trocam um butsudan grande por um modelo menor; ou um antigo por um mais novo.